25/05/2010
PAINEL DO AGRONEGÓCIO

Não dá para o gasto

''Vai faltar café'', avisa o boletim semanal do Escritório Carvalhaes, de Santos (SP). ''Os estoques estão caindo em todo o mundo e a nova safra brasileira, de ciclo alto, mesmo que fique acima dos 50 milhões de sacas, como esperado pelo mercado, será suficiente apenas para atender às necessidades brasileiras de exportação e consumo. Não teremos condições de cobrir a quebra de outras origens, sem ficarmos descobertos para o ciclo 2011/2012, quando nossa colheita será de ciclo baixo'', avalia Eduardo Carvalhaes

Baixo investimento

Os preços futuros do café caíram acompanhando os demais mercados, enquanto o mercado físico brasileiro permaneceu estável, sustentado pelos baixos estoques e pela desvalorização do real frente ao dólar. ''Os preços praticados no mercado internacional não estimulam novos investimentos e nossos cafeicultores, quando muito, apenas otimizam a produção da área já plantada'', diz Carvalhaes

Dia do café

Ontem o Brasil comemorou o Dia Nacional do Café. Maior maior produtor mundial de café, o país responde por 30% do mercado internacional. Também tem o segundo mercado consumidor, atrás somente dos EUA.

Dois irmãos (RS)

Uma pesquisa brasileira recebeu o primeiro prêmio do concurso de investigação sobre segurança alimentar e nutricional realizado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A vencedora foi uma pesquisa sobre a produção e o consumo de alimentos no município gaúcho de Dois Irmãos.

Mineiro na pesca

O mineiro Valteci Ribeiro de Castro Júnior, engenheiro agrônomo, é o novo chefe de gabinete do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Valteci atuava como superintendente federal da pesca e aquicultura em Mato Grosso do Sul.

Açúcar despenca

Depois da forte alta de sexta-feira, os contratos do açúcar demerara para entrega em julho, os mais negociados em Nova York, fecharam o pregão de ontem com queda de 2,94%, a 15,19 cents por libra-peso. Em Londres, o açúcar refinado perdeu US$ 3,90 a saca no vencimento agosto, caindo para US$ 499,80 a tonelada.

Soja recua

Os contratos futuros da soja para julho fecharam mais uma pregão em baixa. Ontem, em Chicago, cairam 0,50 cent, recuando a US$ 9,40 o bushel. Na BM&FBovespa, a soja para julho fechou praticamente estável a US$ 21,37 a saca.

Alta no milho

As cotações do milho para julho voltaram a subir ontem, fechando a US$ 3,71 o bushel, com valorização de 0,54%. Na bolsa paulista, a soja para julho fechou praticamente estável, a R$ 19,48 a saca.

Boi estável

O preço do boi na BM&FBovespa foi cotado a R$ 81,10 a arroba, praticamente estável. Para outubro, a cotação foi de R$ 85,57 a arroba, ganho de 27 centavos.

Baixa no suco

Em Nova York, os preços do suco de laranja caíram para 144,90 cents por libra-peso no vencimento julho.

Fecha aspas

''Não ter escolha também é uma escolha''
Da Agência Mercados, com informações DA BM&FBovespa
brunoblecher@uol.com.br